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Diário de um pequeno órgão vital

Por esta altura, o meu homem vai no ar. Um voo que dura para aí 9 horas e que liga com outro igualmente longo. 

E pior do que ir dentro do avião (odeio) é saber que vai a minha pessoa. Ele descansadinho, porque é daqueles que dorme a viagem toda. Eu a trabalhar, desejosa que as horas passem, e que o telefone toque com uma mensagem a dizer que está tudo bem. 

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