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Rameira que pariu o ''pudim do velho''.

Sabem aquele pudim Mandarim, que tem o velhote chinoca desenhado na caixinha azul?  Pois... 

Hoje fui almoçar a casa da Dona Sogra e como sempre havia pudim Mandarim (a mãe do homem sabe que adoramos e raras são as vezes que lá vamos ''enfardar'' que não tenha um para sobremesa). Só que hoje tinha dois: um para despachar depois de almoço, outro para trazermos para casa. Tudo certo, tudo lindo, tudo incrível. NOT. 

Estou no sofá a escrever, a ver séries, a conversar com o homem, mas o meu pensamento, a minha alma, e todo o meu coração,  estão dentro do frigorífico mergulhados dentro do maldito pudim!!!  São 00:40 e estou desde as 21:00 a resistir, a beber água, a pensar no mar azul, num campo cheio de flores, a contar ovelhinhas para dentro... qual quê, é um penar! 

 

Já vos disse que estou cravadinha em colesterol? Pois. Já disse sim. 

 

Resta-me esperar pelo dia de amanhã e rezar para que o homem o despache de enfiada, depois de almoço! É que duas noites seguidas nesta privação, neste ''tão perto, mas tão longe'', é demasiado para uma simples e pobre mortal. 

 

PS. Também já me passou pela cabeça que seja tudo um mega plano ''esgalhado'' pela Dona sogrinha, nas esperança que o seu rico filho ''esmoreça'' perante o meu imponente rabo-celuliticó-mandarim-chinoca, TUDO para o sacar de volta para as origens..... nunca fiando...nunca fiando. 

 

 

 

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