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15 Coisas que dificilmente me "apanharão" a fazer se um dia parir um puto. (super mães furiosas, respirem)

Deixar de dizer "o miúdo" e começar a chamar-lhe "O menino". Ou "A menina"... Por Deus.

 

Ainda no campo das "denominações",  apelidar o meu homem de "pai". Dizer "o pai" é muuuito provavelmente o maior repelente de queca da vida. É pior do que boxers da throttleman Funny

 

Tirar fotografias com sapatinhos de lã no colo, geralmente anunciando a gravidez. E quem diz sapatinhos, diz corações desenhados na barriga com creme gordo Barral. Diz ardósias caídas na areia da praia, com barrinhas de "loading" . Tudo isto com o pai da criança por trás, a segurar nas laterais da pancinha, com  ar de parvo embevecido.  

 

Já disse que ODEIO a expressão "o menino"?

 

Levar o puto comigo nas "férias internacionais" enquanto é ainda bebé/criancinha.  Para quê carregar o miúdo caminho do Rio de Janeiro? Para Nova Iorque? Para o Sri Lanka? Para atrapalhar, para fazer despesa, e principalmente para nunca jamais se lembrar que por lá pousou os pequenos coutos. Para nada, no fundo. 

 

Contar os meses até que o pequeno ser complete 32 anos de vida"O meu Sérgio faz 34 meses no próximo Sábado, depois de almoço". 

 "Ahhh não, o meu Fábio já fez 42 e cinco terços, há coisa de 10 minutos". A sério mães, depois dos 2 anos... é só ridículo. 

 

Amamentar quando a criancinha já tem dentes para roer torresmos. Faz-me confusão. Ponto. 

 

Preparar um quarto INTEIRO, ultra decorado e temático, com girafas florescentes pendurados nos candeeiros,  e trapezistas em 3D desenhados nas paredes! Chamem-me forreta, mão de vaca... mas a meu ver é só gastar dinheiro desnecessariamente. Um quartinho "básico" é bem lindo. 

 

Comprar a mala de mãe, igual ao porta documentos, à caixa para enfiar a chucha, que por sua vez  bate certo com a gola da camisola interior, toda ela bordada à mão pela mesma senhora que bordou os lençóis do filho da vizinha Glória. Vamos descomplicar... pela graça de Deus.

 

Fazer posts nas redes sociais com declarações de amor profundas dirigidas a um individuo que não sabe ler. Haverá maior  incoerência do que esta? Não há. 

 

Já disse que não suporto "o menino"? Só para ter a certeza...

 

Usar como desculpa o “não tenho tempo, o meu Zé Luís (com 10 anos) não me dá um minuto de descanso” para ir beber um café à rua de polar Decathlon vestido. Verde alface! 

 

Dar de mamar para uma vasta audiência, especialmente enquanto faço um directo nas redes sociais (desculpem, não é preciso esconder, mas também não é preciso escarrapachar a mama na tromba das pessoas que espreitam o vosso instagram enquanto tomam o pequeno almoço. Menos. Acabem de alimentar as crianças e depois comuniquem com a restante humanidade, pode ser?)

 

Ir a festas de aniversario dos coleguinhas da escola antes que o puto perceba exactamente onde está. Antes de começar a andar, por exemplo.Com 1 anos é só um sacrifico estúpido.

(Claro que os filhos dajamigas não contam. Desses gostamos!)

 

Permitir que me tratem por "a mãe". Seja onde for... a sério, eu sei que facilita muito a vida das, por exemplo, educadoras de infância, que não têm como decorar tanto nome... mas digam "querida", que sendo mau não é TÃO mau. Não há nenhuma mulher que goste de ouvir "a mãe" no lugar do seu nome de baptismo, quando não proferido pelo seu rico filho. 

Não me lixem. 

 

E pronto,  antes que venham as mães furiosas desalvoradas comentar... demosntrar toda uma indignação, já com um "camadão de nervos em cima", deixem-me dizer que  POSSO MORDER A LÍNGUA ATÉ À MORTE. EU SEI.

E se acontecer,  venho aqui dar a mão à palmatória... mas assim à vontadinha! Porém, acho pouco provável. Há coisa que ou se é ou não se é....E eu, ou muito me engano,  não fui talhada para pertencer ao gang das “super mães furiosas”

 

São vidas. 

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