nas redes sociais. Mas agora cheguei a casa, estendi-me no sofá, e só me apetece engolir o jantar, dar meia dúzia de beijos no homem, e dormir ferrada.
Vou ali mexer dois ovos com fiambre e abacate, enfiar o pijama, e namorar um bocadinho, pode ser?
Deixamos as conversas para amanhã, que hoje já dei o que tinha a dar.
Hoje, Ana Moura é a GRANDE convidada do programa. E a mulher tem tanta pinta, mas tanta pinta, que perto dela, nós (reles mortais), sentimo-nos precisamente isso: reles e sem gracinha nenhuma.
Tão bonita,tão talentosa, tão elegante..Cheira mal dos pés. Só pode.
Uma das vantagens de se gostar muito de pessoas é não ter qualquer problema em trabalhar em modo open space. Para quem não sabe, ‘’open space’’ significa exactamente isso: trabalhar num espaço aberto. Mesas, folhas, máquina de café, tudo ao molho e (muita) fé em Deus! Gente a entrar e a sair, a mandar bitates e a reclamar da vida, cada um na sua mesa mas todos no mesmo sítio. Gosto muito desta (des)organização, até porque acredito que a criatividade não quer nada com o silêncio. Que muitas cabeças pensam melhor do que uma e que o burburinho é animador! (Outras não acho assim tanta graça, e apetece-me muito despachar ''a cambada toda'' no primeiro autocarro para Vieira do Minho!)
Isto para dizer que ''partilha de espaço'' é coisa que não me apoquenta. Contudo, isto de ‘’todos juntos, todos juntos, lálálá musiquinha mini-chuva-de-estrelas’’ tem limites. Porque ''à vontade'' não é ''à vontadinha'' e uma pessoa tem que manter a chamada distância de segurança... ou neste caso de intimidade. Não estão a perceber nada, pois não? Passo a explicar.
No sítio onde trabalho há muitos corredores e uma catrefada de casas de banho! Mas, para minha pouca sorte, aquela que me dá mais jeito é...mista! Sim, isso mesmo. A casa de banho mais próxima do meu ''spot'' diário dá ''pró-menino e prá-menina'', e não discrimina ninguém!
Gente, isto faz-me uma confusão que nem vos passa!
No início, não sabia bem o que é que ''aquela casa de banho'' tinha de errado, mas sentia-me sempre desconfortável...incomodada! Depois percebi: na casa de banho junto ao estúdio há toda uma probabilidade de esbarrar com o ''colega x'' ainda a apertar o cinto das calças. A disfarçar o ''pinguinho de chichi'' que caiu junto à braguilha, na última sacudidela!
Há toda uma hipótese de encontrar ''aquele tipo'', que nem deve muito à simpatia, a entrar às pressas numa qualquer aflição intestinal, ou pior! De saber que paredes meias está o gostoso da equipa, de pilinha na mão, a ouvir o nosso chichi final batendo na água e na loiça.
É ou não é muita pressão?
Dou por mim, no intervalo do programa, a correr para a casa de banho feminina (que fica mais longe) só para evitar as misturas!
Sou eu que sou muito ''mete nojo'' ou isto é realmente um grande aborrecimento?