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E quando nos apetece muito qualquer ''coisinha doce''?

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Depois de almoço. É aí que mora o perigo, minhas amigas! Pelo menos para mim, que nem sou a pessoa mais gulosa do mundo, mas que depois de almoço me transformo.É uma espécie de ''sensor de açúcares'' que se activa, automaticamente, mal pouso os talheres de almoço no prato. Todo o santo dia, certinho como o destino! 

Normalmente,  bebo um café e a vontade ''acomoda-se''. Mas há dias ( especialmente  AQUELES dias que só nós mulheres conhecemos), em que a coisa não vai lá com cafezinho.

É por isso que trago trago muitas vezes para o escritório um quadradinho (ou dois) de chocolate. Tenho sorte de ser fã de chocolate negro (costumo comprar este 92% cacau) o que transforma um momento de gula numa ''facadinha saudável''.

E pronto, assim ''desligo'' o alarme ''açúcar-por-favor'' e volto aos meus afazeres sem peso na consciência.

 

Com o Verão à porta, e as carnes cada vez mais ao léu, há que manter a disciplina... mas sem sofrimento! Afinal, um quadradinho de prazer nunca fez mal a ninguém.

 

Love*

Elza 

 

PS. Este chocolate ''Vivani'' é o meu favorito. Biológico, sem açúcar e super cremoso. Ahhh mas ''biologicó-coiso deve ser mais caro''. Não é. Custa 2 euros e qualquer coisa, como a maioria dos chocolates de supermercado. 

''Ah, dois almoços e dois jantares, como assim?''

Quando numa qualquer conversa comento que cá em casa se preparam dois almoços e dois jantares todos os dias (um para mim outro para o Dom Homem), fica tudo muito escandalizado. Soltam-se grandes ''ahhh, mas não comem o mesmo?'' ou ''que  estranho, nunca ouvi tal coisa!'', quando na verdade o que lhes vai na cabeça é qualquer coisa como ''ahhhh, com tanta incompatibilidade não chegam ao Natal''.

Não é propriamente uma coisa que me aborreça muito, mas confesso que me faz um bocadinho confusão esta coisa do ''ou encaixam perfeitamente naquilo que é a norma, ou estão condenados à morte do mais belo amor''. 

 Eu e o homem somos pessoas completamente diferentes. Se isso já me fez pensar que é impossível partilhar o copo da escova de dentes? Já. Muitas vezes. Mas o dia-dia tem vindo a mostrar-me que perdemos muito tempo a pensar em ''merdas e macacadas'' que não têm importância nenhuma...só porque está estipulado que é assim! Não tem de ser. 

Lá em casa há dois armários diferentes. O meu, cheio de coisas saudáveis porque EU sou uma pessoa ultra saudável. O dele, cheio de porcarias como donuts, gomas, bolachas e batatas fritas, porque ELE é a maior desgraça alimentar que me passou pelas mãos. E agora, o que é que eu vou fazer? Abrir-lhe a boca e enfiar-lhe talos de aipo goela a baixo? Obrigar-me a comer bifes ''afogados'' em manteiga e bacon, e merendas mistas ao lanche, na esperança que cheguemos, um dia, ao altar? Não me parece que seja esse o segredo da felicidade.

Desde que estamos juntos que conhecemos as nossas diferenças. Que são milhentas, repito! Às vezes não dá mesmo jeitinho nenhum e gostava muito de resolver o jantar numa sopinha de cenoura e gengibre. É um facto. Mas depois paro para pensar e escolho não dar  importância. Porque esta pode não ser a norma, mas é a nossa rotina! E porque esta vida já é suficientemente enrolada, já tem chatices que cheguem, para ainda estarmos a inventar.

 

Verdade seja dita: antes uma batatinha frita no fogão a espirrar óleo, a um gajo que me apareça em casa, todas as noites, a ''saber'' a vinhaça. Antes um bacon frito a cheirar na cozinha, a um qualquer ''perfume de mulher'' no colarinho (já cantava a Ágata nos saudosos anos 90). 

Certo que a probabilidade de acabar velho, barrigudo, cego, e carregadinho de colesterol é bastante elevada. Mas pronto, fazer o quê? Também não conto ficar nova, fresca e fofa para todo o sempre. 

 

O importante é relativizar, gente!

Porque nisto do amor não há ''nomal''. E quando há... hum...é mau sinal.

 

 

Love*

Elza