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Gaspacho... de abacate!

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Quando chega o Verão torna-se muito aborrecido comer sopa. Na hora das refeições (especialmente ao almoço) só apetece despachar qualquer coisa fresca (eu, por exemplo, devoro melancia como a Magali).

A sopa quente deixa-nos ''encaloradas'', já não sabe a aconchego, a conforto, a mimo... torna-se assim uma espécie de manta polar debaixo de 30ª. Blhac.

Posto isto, andava eu por aqui, quando encontrei esta receita. 

Babei. Abacate é talvez o meu ingrediente favorito no momento (isto é por fases), e pensar numa sopa fria, leve, aveludada, à base do ''menino dos meus olhos'', soa maravilhosamente! 

Pode nem ser ''isto tudo'', pode até ser uma grande caca!

Vou por isso experimentar no fim de semana,  e depois venho cá contar!   :)



Ingredientes:


3 abacates médios
1 molhinho de espargos (assados ou cozidos a vapor)
2 dentes de alho
1/4 de cebola picada (roxa, de preferência)
2 copos de bebida vegetal (amêndoa ou arroz, por exemplo)
Sumo de 2 limões
Sumo de 1 lima
1 colher de sopa de azeite
1/2 colher de chá de cominho em pó
sal e pimenta a gosto

Preparação:Na liquidificadora (ou com a varinha mágica) misturar todos os ingredientes,
excepto os espargos, que podem juntar apenas no fim de forma a que fiquem ''pedacinhos'' na sopa.
Para decorar? Sementes de abóbora, girassol, ervas frescas... enfim, o que bem entenderem ;)

Mais fácil do que isto, penso que não há!

AMESA - Um restaurante ''porreiro''

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No passado fim de semana, como vos mostrei aqui, recebi uma visita muito especial em terras lisboetas. O Simão, filho de uma das minhas primas mais chegadas, nasceu há pouco mais de dois meses, mas já veio à capital descobrir o que é bom! Ainda pensei levá-lo ao bairro alto e trocar ''a maminha de sua mãe'' por um shot de pilão (descobri um que se chama ''mamilo amanteigado'' é capaz de dar para os putos), ou então apresentar-lhe a Fabiana, nas loucas noites do Cais do Sodré.  Depois lembrei-me que vinham ''só almoçar'' e acabei por alterar o roteiro. Uma pena.

 

''Onde vamos almoçar? Uma sushizada?'',  perguntei ao Alexandre, enquanto lia nos olhos dele: quero uma gordice, por favor!''.

Tanto ele como o ''homem da minha prima'' são moços de alimento. De almoços ''para a desgraça'', daqueles em que uma pessoa se levanta da cadeira e precisa '' de andar um bocadinho''. Estão a ver o género?

Como já andava para experimentar  AMESA há algum tempo, e a minha prima não conhecia o LXFACTORY, juntei a coelhada toda e numa cajadada só despachei o assunto :) Lá fomos.

Como alguns devem saber, AMESA, vive de um conceito muito próprio: basicamente,  há apenas uma mesa, que vai de ''ponta a ponta'' da sala, não havendo por isso ''spots'' individuais. Como tínhamos o carrinho do Simão pedimos para ficar na ponta e assim estivemos mais à vontade, sem cotoveladas nem gafanhotos do vizinho do lado a saltar para o nosso prato. Maravilha!  

Quanto à comidinha, pois que gostei muito! Não entra directamente para o meu ''top Italianada'' mas é um sítio a repetir. O ambiente é bom, as pessoas são simpáticas, o espaço é giro e as pizzas são gostosas. Não são pequenos orgasmos gastronómicos, mas são boas. Massa fina, leve...

Importa saber (eu não sabia) que aqui SÓ se come pizza com a mão, ou seja, não há talheres para ninguém (a menos que estejamos a comer massa, salada, ou lasanha, naturalmente!), A pizza vem cortada aos quadradinhos e a ideia é ir petiscando, o que dito assim pode parecer meio javardolas mas que na prática acaba por ser bem giro.

Os preços são simpáticos (pagámos com entrada, pratos e sobremesas, menos de 20 euros por pessoa) e saímos de lá satisfeitos, bem dispostos, e consolados! :) 

 

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Se andarem por Alcântara e vos apetecer uma pizza, um pão de alho (acho que foi do que mais gostei), ou uma fatia de bolo de chocolate com amendoim... passem pela MESA. 

É um restaurante porreiro, especialmente para grupos, ou apenas para pessoas ''fortemente amantes da gordice''  :)

 

Love*

Elza 

 

 

Bom dia... Alegria!

Já diz o samba da Benção que ''é melhor ser alegre do que ser triste, alegria é a melhor coisa que existe''. E é tão verdade, meus amigos.

Cada vez acredito mais nisto: que a felicidade é uma forma de estar na vida. Um exercício que praticamos da mesma forma que praticamos os agaixamentos para ter o rabo no sítio. Que praticamos uma língua que estamos a aprender. 

Não tem a ver com o que nos rodeia, com dinheiro, ou com os outros! É uma ''cena'' de dentro para fora. É uma escolha.

É verdade que não podemos controlar o que nos acontece, que há dias/ fases do diabo... mas ser alegre é sempre melhor do que ser triste... disso não há ''caganita'' de dúvida. 

Bom dia, malta! 

 

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Love*

Elza