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Quem nunca sonhou, e acordou com vontade de espancar ''o respetivo'', que atire a primeira pedra!

Esta noite, sonhei que o homem me tinha enviado uma mensagem a dizer ''as coisas não estão bem, acho que é melhor terminar''. Assim, como quem diz, ''vou passar (outra vez) no Continente e comprar ovos, porra que qualquer dia mais vale ter uma galinha no terraço''. 

 

Respondi-lhe que conversávamos em casa (quem é que diz uma coisa dessas por mensagem?)  e que não estava a perceber que raio de devaneio era aquele, assim... do nada! 

Quando cheguei, ao fim do dia, o homem já lá não estava. Nem ele, nem coisa NENHUMA! O cabranote sacana foi à vidinha dele, esvaziou o nosso amor, e encheu os bolsos. Sim, levou TUDO com ele!!!! 

 

Imaginam o que entrar naquele que acreditam ser o vosso ninho do mais belo amor e dar de caras com quatro paredes brancas? Não sei exactamente o que me custou mais: se o homem ter  ''partido para não mais voltar'', se ter ficado sem o meu sofá e sem a televisão.  Independente disso: é o verdadeiro horror!!!! 

 

Acordei hoje com vontade de lhe cravar vinte biqueiradas na boca, bem como de colocar etiquetas nas MINHAS mobílias a dizer ''isto não levas tu,  sonso-bandido-camelo!''

Ainda nos cruzámos na cozinha, antes de sair para trabalhar, e apenas lhe lancei  ''aquele olhar'' fulminante. Bati a porta e vim à minha vida... 

 

Continuo à espera que me peça desculpa. Peste.

 

 

Saber parar.

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Como vocês sabem, não sou pessoa de ronha nem de molenguice. Gosto de acordar ''com tudo'', já lá em cima, com as baterias todas carregadas e os motores a funcionar! :)

Diariamente, por volta das 6 e pouco, salto da cama, tomo o pequeno almoço, e cá vou eu! Treino, duche rápido, trabalho. É sempre a mesma rotina, cronometrada ao segundo, cheia de ''pica'' e de vontade. Porque a manhã é mesmo a minha parte favorita do dia, onde me sinto melhor, mais capaz, mais criativa, mais entusiasmada. 

Contudo, este reboliço toooooodos os dias pode ser tão viciante quanto esgotante, e é fácil cair no erro de não saber parar. 

Esta manhã, troquei a energia do treino matinal por um café no sofá. Muito cedo e com muito tempo. Na paz da cidade que ainda dormia. 

Um silêncio bom... um café quente, e uma semana a começar, hoje, mais bem mais devagarinho.

Porque saber parar é bom. Tão bom quanto a correria do costume.

 

Boa semana, gente! 

Love*

Elza