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A minha (pequenina) solidão.

O homem foi jantar a casa dos pais. Eu fiquei em casa, no silêncio que de vez em quando me faz falta. Onde me reconheço e onde quase ninguém me imagina...

Porque tenho sempre uma palavra na ponta da língua. Porque sou infinitamente tagarela...sou, confere. Mas este silêncio vazio faz-me muita falta, algumas vezes.

Gosto de viver com o homem, gosto de saber que me espera ao fim de cada dia... mas  esta solidão pequenina, que tem hora para acabar (e que por isso não é perigosa) e parte do meu equilibrio. Da minha individualidade. 

 

Esta é a nossa casa. Sempre. Mas confesso que às vezes, muuuuito de vez em quando, gosto que seja só minha. Toda minha.