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Era para ser para ti.

 

É o que sinto muitas vezes, que devia ser para mim. Inveja? Sim. Também é.

Acredito profundamente que o que tem de ser teu a ti chegará, mas depois a curva, que já era apertada, fecha-se mais um bocadinho e leva o que era teu para outro lugar. Para outra pessoa. 

Hoje sinto que o que chegou era meu. E quero que seja injusto e que se desfaça o engano, mas nada se repõe  porque não há engano nenhum. É só assim.

E ‘’assim’’ não me convence nem me chega. Porque aquilo que chegou e que aconteceu devia ter sido para mim. Não fosse a curva fechar-se por engano. Outra vez. 

 

Era para ser para ti. É o que sinto muitas vez.