Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Eu (ainda) acredito que nascemos para alguma coisa.

Como já devem todos ter percebido este blog anda um bocadinho "acabranado". Assim a modos que sarapintado a cinzento ratazana russa.Eu sei, eu sei. 

Esta falta de humor e de criatividade devem-se (como já escrevi por aqui) a uma fase assim um bocadinho amaricada do pequeno órgão vital. O sonso está bem no departamento do "mais belo amor" (não, leitoras que enviam mensagens a dizer que a minha relação está prestes a sofrer um AVC, ainda não é desta!) mas resolveu ser mariquinhas-pé-de-salsa. E enroscar-se numa ansiedade aborrecida que não dá jeitinho nenhum e que me abafa  o gene da parvoíce! Logo esse, o meu favorito do corpitxo INTEIRO!

E em vez de escrever, de fotografar... ando quieta. Enrolada em mantas quentinhas e encostada ao homem. A espetar-lhe com este cabelão nos olhos e a fazer-lhe comichão no pescoço. O desgraçado, que é constantemente moído com lenga lenga do " faz-me festinhas na cabeça, vá lá, só hoje, olha que eu tirei a loiça da máquina e estendi a roupa" , lá se aguenta à bomboca - "namorada-molengona-semi-deprimida", à espera que passe.

 

Adiante! Dizia que apesar desta fase menos "uhhh uhhh, uhhh, uhhh", continuo a acreditar que a vida nos mostra sempre o caminho. Mesmo que não seja exactamente quando estamos à espera ou quando nos dá jeito. Às vezes a vida "faz doce". Faz-se de difícil, a bandidona... mas, mais tarde ou mais cedo, o universo espeta-nos com uma tabuleta em frente "dujolhos" e a vida dá uma cambalhota para a frente.

 

Acredito nisto profundamente e é esta crença de ferro que me descansa. Que me adormece com a certeza de que a vida tem sempre razão. Que tem planos para nós. 

Ainda acredito que nascemos com um propósito e é isso que digo todas as noite ao ouvido do pequeno órgão vital.  

 

Ainda acredito que nascemos para alguma coisa. E que a vida tem sempre, sempre razão. 

 

Love*

Elza 

1 comentário

Comentar post