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Eu queria um destes, só porque sim #8 ou então (O drama da couve parte 1)

Decidimos que, se tudo correr bem, nos mudamos nos próximos meses. Será desta? Espero que sim. Acredito que sim. Tem de ser!!! 

Quando falamos na casa nova, falamos de cães numa varanda que tem de existir. Planeamos um quarto de arrumação absolutamente indispensável. Discutimos em torno da  bendita da couve! Sim, da couve.

Isto porque eu, mulher de bom gosto, sou APAIXONADA por aqueles serviços em forma de couve que todos já vimos em casa das avós ou de uma tia qualquer.

Na casa da minha avó Nat. a couve (uma daquelas com tampa) serve para guardar caixas de comprimidos esquecidos e pouco mais. Junta pó, soma anos, mas lá está... como tantas outras peças que sempre tratão as memórias daquela casa. Daquela cozinha cheirosa.

Bem, mas voltemos às couves! As couves que já se usaram, que saíram de moda, e que agora voltaram cheias de pinta! Renovadas, menos grosseiras, levando até à mesa a tradição reajustada. E é disso que eu gosto, da recriação!

Já o dom homem deteste. Da mesma forma que detesta pratos na parede. Com a mesma força que abomina toalhas étnicas, ou padrões florais. 

 

No meio de tanta diferença, e de tanta oposição ao mais belo amor, aquilo que realmente me preocupa é a boa da couve. Mais agora, que descobri uma colecção lindona na Zara Home. Tão contemporânea e tão tradicional ao mesmo tempo. Tão feita à medida daquela que será a minha futura cozinha chique! 

 

 

 

Ele diz que com couve na jogada não há ajuntamento para ninguém.

Já eu recuso-me a abrir mão deste que é um dos meus poucos sonhos domésticos. 

A ver vamos, a ver vamos.