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HÁ TIA NA ÁREA

 Soube na noite de Natal. Vinte e quatro de Dezembro, pouco antes da consoada. E há lá dia mais abençoado do que este?

É verdade que ''toda a hora é hora'' quando se trata de ''notícia-da-boa'' ( tão boa), mas há dias mais cinematográficos do que outros.

E este foi perfeito. Tirado de uma tarde de Domingo, com direito a sofá, manta polar e pipoca mista. 

Saber que vou ser tia, na Noite de Natal, é como ser pedida em casamento perante a Fontana di Trevi , em Itália. É melhor ainda. 

Este Natal soube que vou ser tia... caramba, como é bom escrever isto - vou ser tia! 

 

Ainda sei pouco sobre este amor crescente. Sei que ''já tem tudo'' porque ontem o meu irmão me informou.

Sei que provavelmente é uma menina, o que espeta uma cereja docinha no cimo do meu ''happy-cake''. :) Uma menina. Uma pirosona, tal qual senhora sua tia. Uma futura vaidosona para encher de laços, de rendinhas e de berloques. ADORO.

Lá em casa, secretamente, todos torciam para que na barriga da minha cunhada crecesse uma bela de uma pila. Azar. 

( Querido sobrinho, se o senhor doutor se enganou, e estiveres a ler isto para aí em 2020, não te sintas mal amado, sim? És com certeza o puto mais fixe do pedaço, e eu a tia mais babada de todo um Portugal!)

Adiante.

Vim cá dizer o que há muito queria ter partilhado: que dentro de mim está a crescer um novo amor ( quer dizer, não é bem dentro de mim, graças a Deus, mas vocês percebem a ideia), e que a minha teoria, partilhada AQUI, está certinha como o destino: uma coisa são os nossos putos, outra, cooooompletamente diferente, são os putos ranhosos dos outros! 

Eu, que gosto tanto da criancinha alheia como de moelas ao molho de tomate,  sinto-me agora completamente aparvalhada por um projecto de gente!

Por uma miúda que ainda não nasceu, mas que já é xô-dona-proprietária de uma moradia de luxo neste bairro chique que é o coração! Ele há coisas....

 

Nasce no Verão (e faz ela muito bem, que cá fora está um frio que não se pode). Para já, é tempo de sonhar com a carinha dela, de acreditar que vai correr tudo bem e que, não tarda nada, tenho dois ou três quilos de ''fofinhice'' ao colo. Com um rico laço na cabeça, e um par de bochechas boas!  Capazes de ser devoradas, à dentada, por esta tia que ainda não é tia mas que já está gorda de amor 

 

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