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(MAIS) UM RECANTO

 

Quando o assunto é ''estender-me ao comprido em modo lontra'' não me convidem para férias em grandes spots turísticos. Daqueles que nos parecem paradisíacos nas fotografias (tiradas somente à paisagem), e que depois se revelam completamente diferentes ao vivo e a cores! Quando preciso MESMO de me afastar da vida, e recarregar baterias, nada me incomoda mais do que pessoas empilhadas!  Barulho de fundo, conversas cruzadas, tropeções... multidão!

É por isso que raras vezes me vão ouvir falar ''daquele grande hotel onde me refastelei durante três ou quatro dias''. Talvez numa ou outra escapadinha, dedicada à exploração de mundo. Ao mergulho citadino... urbano. Não é o caso!

Neste momento apetece-me sossegar. Desacelerar.

Usufruir do conforto de um qualquer turismo rural, simples e claro. Um sítio onde nos recebam bem, de forma personaliza. Caseira.

Este Verão tem passado muito depressa e nem eu nem o Alexandre conseguimos ainda respirar fundo. Desfrutar das mil e uma coisas (boas) que o calor, a praia e o sol oferecem por esta altura. Entre a minha mudança de emprego, o trabalho dele (que também aumenta nestes meses), e o nascimento da minha sobrinha, Junho, Julho, e agora Agosto, passaram a voar.

Em Setembro, vamos estar aqui, nesta casa, num primeiro fim de semana ''pré-férias''. E ''aqui'' não há muito mais do que a paz e o descanso de que estamos a precisar. Do  que o silêncio e o tempo que nos faz falta.

Dizem que a comidinha (caseira) é de chorar por mais e que a Dona Paula recebe os hospedes como ninguém. Não sei se é verdade, se não. Depois confirmo! ;)

 

Para já, a vontade é somente a de ir. Ir depressa. E depois ficar. Junto da minha pessoa, longe de todas as outras.

 

Love*Love*Love