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O meu MasterChef

Ir a casa dos meus pais significa fazer asneira à mesa. Sempre.

Para a Senhora Dona Mãe eu estou sempre muito magrinha, tenha 50 ou 93 quilos, e ''apanhar-me'' no seu território é A oportunidade perfeita para me encher as peles! Tudo o que é bom cai na mesa, e pronto...é o descalabro.

Confesso que me tento controlar durante os primeiro 12 minutos, mais do que isso é só impossível! Basicamente, é tudo demasiado bom e demasiado ''raro'' para não aproveitar.

Ele é gelado de cheesecake, taramissu de frutos vermelhos, pêra em vinho do Porto, pudim boca doce (e o que eu adoro boca doce), entre outras maravilhas. Uma mulher perde-se em tanto açúcar!

MAS....

...e porque nem tudo é ''bomba'' calórica, esta saladinha-delicia esperava por mim à hora de almoço. 

Preparada pelo progenitor com todo o cuidado. Com muita paciência. 

O Dom Pai tem precisamente isso: o Dom do empratamento. Também tem boa fama entre os tachos, se tem(!),  mas é nisto que se destaca.

Na forma bonita com que dispõe os ingredientes. Na facilidade com que transforma um ''desenrasca'' de Domingo à noite num jantar apetitoso. Aparentemente pensado... cheio de glamour!

 

 

 

Esta é uma das minhas saladas favoritas.Simples, saudável, colorida... e arrumadinha que dá gosto! 

Obrigada querido pai. Pela saladinha do bem.

Obrigada mamã, pelos docinhos do mal... que me sabem pela vida, muito de quando em vez.

 

Love*Love*Love