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Onde o (meu) mundo (re)começa. Sempre.

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Quando marquei as férias de Verão ''tailandesas-uhh-uhh'', achei por bem aproveitar todos os segundinhos que pudesse, e regressar o mais tarde possível. De preferência, meia horinha antes de entrar ''ao serviço'', só mesmo para dar tempo de recolher a mala de porão (que não chegou, mas isso são outros quinhentos), e dar uma lavadela nos dentes!  Ahhhhh pessoa inteligente! Só que não. 

 

Chegar a Lisboa Sábado, já a meio do dia, e começar a trabalhar segunda, com seis horas de diferença horária e toda uma vida por organizar, foi a maior burrice da vida. Coisa de gente que nunca tinha feito TANTA hora de avião, e que continua a ignorar a realidade: tenho uma idosa a crescer-me nas entranhas, e já não recupero destas maratonas como nos antigamentes. É triste mas mas é assim. 

E pronto, muito combalida lá voltei ao batente, pronta para responder 236 vezes à pergunta ''ahhh então e que tal de férias?'', seguindo-se um ar muitooooo surpreendido quando explicava que não amei (sim, não amei), mas que foi bom na mesma. 

Passei uma semana meio canina, a acordar às 5 da manhã cheia de fome (nas Ásias eram 11), e quase a adormecer em cima do computador às 19h.  Senti que não descansei. Que devia ter reservado ali 4 dia(zinhos) só para mim, para não fazer nenhum, ou para fazer todas aquelas coisas que todos os anos repito e que me fazem sentir MESMO e férias. Tipo comer a bola de Berlim na praia, passar uns dias em família só no ''comer e beber'', ou mesmo a preparar a agenda nova e a arrumar o roupeiro para receber o novo ano de trabalho! Entendem?

 

Esta sexta feira, depois do trabalho, fiz-me ao alcatrão e lá fui... rumo ao meu Sul, onde sempre encontro o Norte. Rumo ao colo da mãe, do pai e da avó. Da comidinha boa, do sossego dos dias e da paz do meu coração. E era disto que precisava para retomar a rotina. Para enfrentar os próximos meses que vão ser tramados... para reiniciar o sistema. 

 

E viajar continua a ser a melhor coisa da vida. Ir é sempre maravilhoso e não há viagem de que me arrependa. Não há.

Mas este será sempre o sítio onde o meu mundo começa... o meu ponto de partida para todas as aventuras da vida. 

 

Love*

Elza 

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