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Porque o meu dia é mesmo meu!

Esta manhã acordei com o dia a querer cair-me das mãos. O que é que isto quer dizer? Quer dizer que dormi pessimamente (ou seja não dormi) e que me levantei perto das seis e meia (por motivos que agora não interessam nada).

Resultado? Dor de cabeça, tal qual uma pequena cabrinha dos Alpes na puberdade, altura em que lhe crescem os chifres! Digo eu, que não entendo nada de cabras (nem de cornos, graças a Deus), mas que acredito tratar-se de um processo doloroso. 

Só dor de cabeça? Nãaaaaaao: olhos inchados, coluna feita num oito, mau humor!!!!! Sabem como é, não sabem? Pois. 

 

Esta manhã acordei com o dia a querer cair-me das mãos, a querer mandar no ''pedaço'', e a quase conseguir! Um quase que em tempos teria dado cabo de mim, mas que já não dá! Não dá porque quem manda no MEU dia sou EU, e porque decidi que um dia é demasiado importante para deitar fora.

Que um dia não volta nunca.

 

Segui para o centro da cidade, sem sol mas quentinha, e tomei o pequeno almoço num dos meus espaços favoritos. Um sítio que me abre o apetite, ainda que pague três euros e meio por um pãozinho com queijo fresco (que roubalheira). E ali fiquei... na canela de um cappuccino, na calma de quem chegou bem cedo e tem ainda um bom par de horas livres pela frente. 

Depois desci a Avenida a pé, ''lambi'' montras, vi pessoas a descer e a subir, nesta cidade que acorda cada vez mais cedo e mais vestida de toda a gente.

 

E assim a dor de cabeça cedeu, o sono passou, e o dia, que quase caia ao chão, segurou-se. Agarrou-se a mim. 

Porque se há coisa que (já) aprendi foi isto: o meu dia é MEU, e ninguém me o pode tirar... a menos que o permita! 

 

Love*Love*Love

 

 

PS: Continuo a achar três euros e meio por um pão um verdadeiro roubo... mas fico caladinha até porque, segundo o homem, sou uma grande ''avarenta''. Disse-me isto hoje, sem mais nem menos, entre um beijo e um cigarro.