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ROCK IN RIO 2018 #2

Começo por confessar que não sou particularmente fãs do Rock in Rio, apesar de somar no fundo da gaveta dos "tempos que já lá vão" umas quantas t-shirts a dizer "EU VOU". Quem nunca?

Não ADORO o Rock in Rio, afinal, quem pode amar um festival que não tem uma roulote de farturas?  Ninguém, pois então. 

Ahhh e tal o Rock in Rio é muito "comercialão". Verdade. Ahhh e coiso parece o Colombo num domingo à tarde (de saldos!). Parece! Jesus que não se lá pode andar tamanha a confusão, as cotoveladas e as pisadelas. Concordo! Ahhhh só lá vão para tirar fotos e aparecer... hum... alguns, sim! 

É verdade verdadinha que o rock in rio é mesmo isso tudo e que não enche o coração de nenhum puro-festivaleiro-lusitano. Não enche!  

Contudo, acho que desde que o Rock in Rio "veio ao (nosso) mundo" só falhei uma edição. Porquê? Porque apesar disto tudo há concertos que valem muito a pena, e bandas que ou vês ali ou não sabes se vês mais.  

Este ano, quando o Bruno Mars foi anunciado, o meu pequeno órgão vital soluçou três vezes e choramingou outras tantas. E pediu-me muito que o levasse ao concerto que seria para ele uma espécie de "spinning" dos batimentos cardíacos. Pediu-me de beicinho, ajoelhado, quase quase a bater com as perninhas no estômago. Não cedi. Disse-lhe que "logo se via", mas aí entrou o homem e pimbas, ofereceu-me dois bilhetes para que pudesse ir com quem quisesse. E fui. Com a minha melhor amiga da vida toda com quem não passo praticamente tempo nenhum. de quem nunca me separo verdadeiramente. E foi... lindo.

No Domingo lá subi a "ladeira" da Bela Vista, levando com 30 e muitos graus na moleirinha, rezando para que aquelas 100 mil pessoas tivessem um fanico, um ataque de pânico, uma quebra de tensão... o que fosse, e zarpassem todas dali para fora. Não aconteceu.  

Mal entrei no recinto percebi logo que tinha no máximo uma hora para encontrar um spot "maneirinho" e de lá não mais sair. Isto se queria ficar minimamente perto do palco (porque para ficar nos confins do mundo vejo em casa, amigos!)

Contas feitas: papei com a Anitta-fraquinha-fraquinha-valha-nos-deus-que-aquilo-é-só-o-degredo, com a Lovato (deprimiiiiida) e esperei das 6 da tarde às 11 da noite pelo MÊ Brunê. 

Acho que só vos consigo dizer que foi lindo de viver. Não só por ele, que é um artísta incrível, mas pela energia que se criou. E por mais concertos que veja nunca me vou acostumar à sensação de estar no meio de 100 mil pessoas, que cantam a mesma música de ponta a ponta.... unidas por um "qualquer coisa" que não se explica.

Olhei muitas vezes em volta e pensei "porra, o mundo está mesmo uma merda, e podemos odiar-nos todos uns aos outros na maioria do tempo, e matar-nos, e lançar bombas... mas neste instante estão 100 mil pessoas aqui,  a sentir esta mesma coisa que eu... e isto é só espectacular". 

 

Continuo a achar que a música é a força mais bonita e mais unificadora entre as pessoas. A mais inexplicável, a mais indestrutível. A mais mágica e a mais verdadeira. 

 

Bruninho... quem me dera que entrasses numa qualquer Gucci da vida, me batesses olhos, e levasses contigo. Estilo Giorgina e Cris Roni, estás a ver? 

Pronto. Era mais ou menos isso. Eu com menos mamas e rabo. Tu com com menos irmãs, vá. 

 

 

Ficam algumas (poucas) fotos. 

 

 

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A pensar "deixa-me beber pouco que isto as casas de banho são aquilo que se sabe"

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RIR2018

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 A dar tudo no concerto do AGIR. "ah não quero ver isso". SONSA! 

 

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Meu amor.

 

 

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JUST A  KID!

 

LOVE, 

ELZA. 

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